24 de junho de 2010

Gostaria de saber se alguma seguradora faz carta verde para motos.

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Seguros para viajar tranquilo

Fonte: MidiaSeg

Às vésperas do mês de julho, para muita gente chega a hora de concluir a programação de uma viagem durante as férias. Se esse é o seu caso, para qualquer destino programado, você só pode sair de casa realmente despreocupado se contar com pelo menos dois tipos de seguros cujas coberturas se revertem em proteção e tranquilidade.
"O melhor é que, quando comparados com seguro de automóveis, que é o mais consumido no Brasil, eles são baratos e muito fáceis de contratar", adianta o especialista Carlos Barros de Moura, da BarrosDeMoura & Associados.
Viagem sem sustos
Se você deseja curtir o verão europeu, o primeiro aviso é que a e entrada de estrangeiros na maior parte dos países da União Europeia só é permitida para quem faz a contratação de um seguro viagem.
"É preciso ter um seguro médico internacional ou com cobertura no exterior com, no mínimo, garantia de repatriação em caso de doença grave ou acidente e cobertura de 30 mil euros", explica Barros de Moura.
Quais são suas opções e como você deve proceder? Segundo o especialista, o turista deve procurar seu corretor de seguros e pedir duas ou três cotações em empresas especializadas no produto.
"O seguro viagem é simples de contratar, não exige declaração de saúde ou qualquer tipo de comprovação burocrática e pode ser feito até com um dia de antecedência da viagem", acrescenta.
Numa simulação, os valores médios cobrados pelo mercado para uma viagem à União Europeia vão depender do tempo de estadia. De um a cinco dias, sai por US$ 48,00. De seis a 12 dias, cerca de US$ 69. E, para temporadas mais longas, por exemplo de 26 a 30 dias, o custo é de aproximadamente US 115.
"O seguro viagem é na verdade um pacote completo de soluções que inclui despesas médico-hospitalares no parâmetro exigido (30 mil euros), indenização por extravio de bagagem, seguro por invalidez e por morte acidental, além de repatriação funerária sem limite de despesas", aponta Barros de Moura.
Ele lembra que o seguro não é exigência para as demais partes do mundo, mas sempre é bom se prevenir. "Para outros destinos no exterior e até mesmo no caso de viagens nacionais, a contratação do seguro também é importante".
Casa segura
Já o seguro residencial não é relevante apenas durante as férias, mas com certeza é quase indispensável numa situação em que todas as pessoas da casa vão ficar fora em determinado período.
"Quase todas as seguradoras oferecem o seguro residencial, a maioria deles com diversos serviços agregados, como chaveiro e encanador, que podem ser usados durante o ano todo, e alguns até com sorteios de prêmios durante a vigência do contrato", informa Barros de Moura.
A contratação também é simples, mas você deve estar ciente de que a companhia escolhida vai mandar uma pessoa para vistoriar o imóvel e avaliar todas as condições de risco, que são usadas como base para definição do preço cobrado pelo seguro.
"Na contratação do seguro residencial, o consumidor escolhe os valores máximos de indenização, seja casa ou apartamento. Num conjunto de coberturas destinado a uma residência térrea, situada na capital paulista, o custo médio fica em torno de R$ 215,00 por ano, que podem ser divididos em quatro vezes sem juros (por meio de cartão de crédito ou cheque pré-datado) ou em até dez vezes com juros (por meio de boleto)".
Nessa simulação, você e sua família podem sair de casa com tranquilidade, sabendo que o seguro protege contra incêndio ou explosão (limite de indenização de RS 80 mil), danos elétricos (R$ 2 mil), vendaval (R$ 2mil), subtração de bens (R$ 2 mil) e quebra de vidros (R$ 1 mil), entre outras coberturas.
"Claro que, se o consumidor preferir valores indenizáveis mais altos, o custo final do seguro também aumenta. Mesmo assim, o preço é sempre muito acessível e muito compensador se compararmos os limites contratados com o valor final pago pelo consumidor", conclui Barros de Moura.
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23 de junho de 2010

PL que proíbe uso do CEP para calcular preço do seguro do carro pode encarecer apólice

Fonte: InfoMoney Gladys Ferraz Magalhães - Data: 22.06.2010

O seguro de automóvel pode ficar mais caro, caso seja aprovado o projeto de lei que proíbe as seguradoras de utilizarem o endereço residencial do consumidor como fator de risco no cálculo e estipulação do valor do prêmio do seguro.Segundo opiniões de corretores dadas ao CQCS (Centro de Qualificação do Corretor de Seguros), com a medida, a tendência é que as seguradoras definam os preços dos seguros pela localidade mais cara."Estamos correndo o risco de as seguradoras retirarem a análise dos locais de maior risco e nivelar as taxas por cima, ou seja, todos nós pagaremos pelo maior preço”, disse o corretor Edson Ianello.ProjetoSegundo a proposta (PL 2564/07), que tramita na Câmara dos Deputados, as seguradoras de veículos não devem utilizar o endereço do cliente como fator de risco no cálculo do valor do prêmio.Além disso, elas não podem utilizar essa informação para se recusar a vender apólices ao consumidor interessado.Para o autor da proposta, deputado Jurandy Loureiro (PSC-ES), a atual forma de definir o perfil do segurado é injusta e penaliza o cidadão. “Se todos são iguais perante a lei, é inadmissível que o proprietário de um automóvel seja penalizado, por exemplo, em razão de residir em bairro em que, de acordo com as estatísticas das seguradoras, há grande incidência de roubo e furto de veículos. O cidadão nessas condições é punido duas vezes, visto que já é vítima da incapacidade do poder público de garantir a inviolabilidade do seu direito à segurança, e, em consequência, paga seguro maior do que em outras regiões”.
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22 de junho de 2010

21 de junho de 2010

14 de junho de 2010

Rastreador obrigatório deixa carro mais caro

Fonte: Leone Farias Do Diário do Grande ABC - Data 14/06/2010.

A norma do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) que determina a obrigatoriedade de todos os carros saírem de fábrica com dispositivo antifurto (de localização e bloqueio) a partir de dezembro deste ano vai gerar aumento no preço dos carros, segundo especialistas. Por outro lado, a medida deve trazer benefícios, entre os quais a redução no custo do seguro dos veículos.
A resolução 245/2007 do Conselho estabelece que em 1º de julho já começa a valer a exigência, para 20% do total de automóveis e comerciais leves produzidos. Em outubro, o percentual sobe para 40%, chegando aos 100% dos veículos zero-quilômetro a partir de 1º de dezembro.
Especialistas afirmam que ainda é difícil prever a elevação no valor do automóvel ao consumidor e a economia que as pessoas terão na hora de contratar a apólice.
No entanto, o equipamento vai gerar custo adicional para as montadoras, diz o presidente Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automores), Cledorvino Belini. Isso pelo valor do produto, pela necessidade de ajustes na linha de montagem e treinamento dos funcionários. E esse aumento deve ser repassado aos consumidores.
O que dificulta a projeção de elevação no preço do carro é a escala de produção (a quantidade de itens fabricados), que pode colaborar para reduzir o valor do equipamento. Hoje, estima-se que o custo médio, para o fabricante do dispositivo, é R$ 350, e no mercado o rastreador sai por R$ 700 a R$ 900 para venda ao público consumidor - embora muitas companhias ofereçam o aparelho em comodato, com contratos de 24 meses.
Isso sem falar no preço do serviço de rastreamento (estimado em R$ 39,90 até R$ 120). No entanto, a norma estabelece que a tecnologia a ser implantada permitirá a localização do carro, mas essa função só será ativada se o proprietário do carro quiser habilitar o equipamento junto a empresas de monitoramento.
Seguradoras - O processo de implantação do dispositivo está atualmente em fase de operação assistida, em que cerca de 1.000 veículos são acompanhados por um grupo composto por representantes do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), Anfavea, Abraciclo (Associação Brasileira de Fabricantes de Motocicletas), Sindipeças (Sindicato Nacional das Indústrias de Autopeças), operadoras e provedores de monitoramento de veículos.
Essas discussões também são acompanhadas pelas seguradoras, que veem a tecnologia como favorável ao segmento. "Toda a medida feita para reduzir o furto e roubo é bem-vinda. Se você diminui o volume de indenizações, isso vai refletir favoravelmente no preço do seguro", diz o diretor da Fenseg (Federação Nacional de Seguros Gerais), Neival Rodrigues Freitas. Mas ele afirma que só é possível estimar qual será a redução do valor das apólices depois que a medida sair do papel.
Mercado segurador aposta no equipamento
A obrigatoriedade de instalação de dispositivo de localização e bloqueio nos carros pelas fabricantes ainda não está valendo, mas o mercado segurador começa a se mexer para aproveitar os benefícios da tecnologia.
Um exemplo foi a Cardif, que lançou no início de 2009 o Autofácil, seguro com cobertura só para roubo e furto, com a instalação do rastreador (cedido em comodato). Inicialmente oferecido em São Paulo e Salvador, foi estendido recentemente para todo o País.
O serviço, feito em parceria com a Ituran (que faz o monitoramento 24 horas por dia), tem vantagem em relação à apólice tradicional no mercado: tem custo reduzido (de R$ 69,90 a R$ 99,90) e não exige perfil do segurado, ou seja, não tem diferença de custo para pessoas que normalmente teriam de pagar mais, devido a fatores de risco, como idade e local onde mora.
Esses benefícios foram o que atraiu Ana Luíza Viegas Nasser, 21 anos, a ter esse tipo de seguro. Funcionária do departamento financeiro de uma empresa de São Bernardo e moradora de São Caetano, ela usa o carro para ir ao trabalho e procurou proteger seu patrimônio (o automóvel) mas esbarrava nos preços elevados.
"Por causa da minha faixa etária, o seguro normal custaria 30% do valor. Meu carro é um Ford Ka 1997, que custa R$ 9.000 e teria de pagar R$ 3.000 (aproximadamente). Agora pago R$ 69,90. Para mim, valeu a pena", afirma.
Com essas vantagens, o seguro da Cardif já cresceu mais de 100% em vendas desde que foi lançado. "Hoje são mais de 1.500 apólices novas por mês", afirma o superintentende da empresa, Emerson Luccas. Ele acrescenta que esse é um nicho promissor: "Nossas pesquisas mostram que 74% dos que têm Autofácil nunca tiveram seguro antes."
O corretor de seguros Douglas Bunder, da Luma Corretora, de Santo André, atesta que a procura tem sido grande por esse produto. "Na região, já temos 500 produtos vendidos", afirma.
Empresas de monitoramento preveem expansão
A expectativa é grande entre as empresas produtoras de equipamentos de rastreamento e as que prestam serviços de localização, de que o mercado ganhe forte impulso com a instalação obrigatória dos dispositivos nos carros.
Uma das gigantes do segmento, a Ituran aposta na expansão da atividade. A companhia faz tanto o desenvolvimento e produção dos aparelhos quanto o monitoramento dos carros, e tem carteira atualmente de 220 mil clientes ativos e mais de 18 mil veículos recuperados. Segundo o gerente técnico Fábio Nonis, a norma do Contran colocará em evidência as melhores empresas do ramo, "pois a homologação junto ao Denatran é necessária para a prestação do serviço". A companhia foi homologada em 2009.
O presidente da empresa FleetLink (desenvolvedora de softwares para fabricantes desses dispositivos), Ivo Thomas, também avalia que o segmento deve se beneficiar. Para ele, deve se criar uma "cultura" de monitoramento de carros em todo o País.
Adaptação - Nonis destaca ainda que as fabricantes de carros estão em processo final de validação dos equipamentos para atender à resolução e que haverá vários dispositivos no mercado, desde soluções básicas solicitadas pelo Denatran quanto tecnologias mais avançadas.
O gerente assinala ainda que Ituran já tem parceria com grandes seguradoras e com montadoras de veículos. "Antes mesmo da publicação da resolução, a Ituran já trabalhava fortemente com montadoras", diz.
Questões técnicas podem adiar implantação
Há questões técnicas, de definição de padrão do equipamento a ser adotado pelas montadoras, por exemplo - o que pode retardar a entrada em vigor da norma, segundo o presidente da Anfavea, Cledorvino Belini.
Ele afirma que, em função desses problemas e da necessidade de ajustes na linha de montagem das fabricantes de veículos, o início da exigência (a colocação em 20% da produção total de automóveis) ficará para setembro.
Entretanto, o Denatran informa que as datas de instalação do dispositivo antifurto ainda estão valendo conforme o previsto.
Polêmica - A adoção do rastreador, de forma obrigatória, pelas fabricantes de carros, está sendo marcada pela polêmica. No ano passado, o Ministério Público Federal de São Paulo havia obtido liminar (que depois foi cassada), em que a Justiça entendia que a implantação do dispositivo em todos os veículos, independente da vontade do consumidor, feria preceitos constitucionais de privacidade e intimidade.
Diante disso, o Denatran publicou a portaria 253, que possibilitou modificações no equipamento, tirando a função de rastreamento (que constava da resolução), deixando apenas as funções de bloqueio e localização, neste caso de forma opcional. E o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) realizou testes no dispositivo e mostrou a impossibilidade de localização do veículo sem a ativação do sistema.
Por conta dessas mudanças na norma, o juiz federal Douglas Camarinha Gonzáles designou audiência pública, em janeiro deste ano para tirar dúvidas técnicas sobre o tema, e após essa reunião, decidiu que a portaria 253 "não afronta a intimidade e privacidade", devido à necessidade de contratação do serviço e da expressa autorização do proprietário.
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11 de junho de 2010

Seguros de motocicletas variam de 20% a 30% do valor do veículo

Fonte: InfoMoney Gladys Ferraz Magalhães

Quem compra uma motocicleta e pretende fazer uma apólice de seguro para proteger o veículo deve preparar o bolso.
De acordo com o presidente do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros), Mário Sérgio de Almeida, o custo de uma apólice para motos varia de 20% a 30% do valor do veículo, podendo ultrapassar este percentual, no caso das motos de baixa cilindrada.Para se ter uma ideia do quão elevado é este valor, no seguro de automóvel, o preço da apólice fica em torno de 5% a 8% do valor do veículo.SinistralidadeSegundo Almeida, dentre os motivos para que o seguro de motocicletas seja alto, está o grande número de roubos e acidentes envolvendo este tipo de veículo.“O seguro é baseado na sinistralidade e as motos possuem alto risco de sofrerem sinistros. No caso das grandes, o principal problema é o roubo e para as pequenas é o enorme número de acidentes, já que, neste caso, as peças de reposição são baratas”, diz.[2]Para tentar baratear o valor do seguro, o motociclista pode instalar um rastreador, que geralmente, informa o especialista, diminui em torno de 10% o custo da apólice. Por outro lado, diz ele, o equipamento também tem um alto custo para o consumidor.
>>> Se o seguro da sua moto está muito caro, veja essas opções:
  • Rastreador Ituran para motos (sem fios e com bateria própria) - Disponível para Gde SP - Ativação e instalação de R$ 200 (em 2x) e taxa mensal de monitoramento de R$ 49,90. Veja em: http://www.ituranmais.com.br/
  • MotoAssist - Assistência 24 horas para motocicletas - Veja em: http://www.autoassist.com.br/

Quais as 30 primeiras seguradoras do ranking de reclamações

Não temos essa informação, mas uma boa fonte é o site: http://www.reclameaqui.com.br/

Pergunte algo sobre seguros.

Mesmo tendo o seguro do veiculo, é necessário a carta verde ¿O que acontece se não tiver a carta verde, conseguir passar a fronteira e haver uma colisão dentro de outro país...

O Seguro Carta Verde é um seguro de responsabilidade Civil e é obrigatório p/ veículos em trânsito nos países do Mercosul. O seguro de terceiros do veículo só tem validade no país de origem. Veículos sem esse seguro estão sujeitos a apreensão e multa se pegos pela fiscalização. Veja Carta Verde no site da Luma: www.lumaseguros.com.br?tipo=cartaverde

Pergunte algo sobre seguros.

Seguros podem evitar problemas e gastos em viagens

Fonte: Revista Seguro Total

Uma das primeiras coisas em que o viajante pensa ao marcar uma viagem é deixar os problemas para trás. E isso inclui torcer para que a mala não extravie ou para que nenhuma doença ou pé quebrado estrague o passeio.
Mas só torcer não adianta. Ao fechar seu pacote, faça o seguro-viagem para amenizar eventuais transtornos e evitar gastos desnecessários.
"Embora o melhor seguro seja aquele que você não usa e joga no lixo quando retorna, é sempre importante consultar as condições de assistência e os valores das coberturas", diz Rosa Massoti, dona de uma agência de turismo em Jundiaí.
Com valores para diferentes bolsos, os seguros de viagem mais baratos costumam cobrir até US$ 6 mil em caso de assistência médica. Entre os serviços mais completos, o valor pode chegar a US$ 1 milhão.
Ingrid Davidovich, diretora de marketing, lembra quando estava com seu marido em um kibutz, comunidade autônoma israelense, a cerca de 15 minutos de carro da cidade mais próxima.
"Era por volta de 23h30 e meu marido teve uma febre e uma crise viral. Telefonamos para a empresa de seguro contratada, que nos atendeu em português. Retornaram o contato em dez minutos informando que um táxi nos levaria ao hospital mais próximo e, em 15 minutos, o carro já havia chegado", conta.
Simone Vieira, 28, turismóloga, viajou à Austrália para fazer um curso. "Contratei o Medibank, seguro de viagem obrigatório na solicitação do visto. Logo nos primeiros dias tive dores no abdômen. Descobri que era um problema no ovário e tive que me submeter a uma pequena cirurgia", recorda Vieira.
Para ela, a experiência superou as expectativas. "Foi até melhor do que eu estava pensando, mas o fato de escutar o médico falando em um idioma que não dominava muito na época e marcando uma cirurgia é um pouco assustador", lembra.
Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), vinculada ao Ministério da Fazenda, a contratação de seguros de viagem cresceu 134% entre janeiro e abril de 2010. Uma das razões para do crescimento é a obrigatoriedade do seguro para entrar em países da União Européia.
Mas ter um seguro-saúde não significa estar a salvo de todos os problemas que podem ocorrer na estadia fora de casa. Alguns deles não cobrem, por exemplo, procedimentos referentes à gravidez, como parto. Por isso, leia atentamente o contrato antes de assiná-lo.
Problemas decorrentes de hipertensão e diabetes também entram na lista proibitiva, assim como enfermidades atribuídas ao vírus HIV.
Dependendo do contrato, lesões decorrentes de esportes considerados perigosos, como paraquedismo e esqui, também estão entre os serviços de assistência que podem não ser cobertos. Olhar com atenção as condições gerais é a melhor dica para evitar surpresas indesejáveis.
>>> Contrate o seguro viagem internacional na Luma, emissão expressa, receba o voucher no mesmo dia, por email em arquivo PDF. Acesse: www.lumaseguros.com.br?tipo=viagem

Como escolher seu seguro de automóvel

Fonte: MidiaSeg Por Pedro Duarte

Diante de produtos quase idênticos e diferenças de preço que ultrapassam os R$ 2 mil, a melhor opção depende do estilo de vida do segurado e da relação custo-benefício
Segundo dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos), no acumulado de janeiro a abril, as vendas de automóveis somaram 1,066 milhão de unidades, resultado 18% superior ao visto no mesmo período de 2009, que chegou a ser afetado pela crise financeira mundial. O volume representa mais um recorde - o melhor quadrimestre era o de 2008, com 909,2 mil veículos.
Quanto mais carros novos em circulação, maior a demanda pelos seguros de automóveis. Mas diante de tantas opções que o mercado segurador oferece, qual é a mais indicada, de acordo com o perfil de cada consumidor? Que fatores ou situações podem resultar num bom ou mau negócio?
Em primeiro lugar, deve-se levar em consideração que o seguro de automóvel tem as mesmas coberturas e características em quase todas as seguradoras. Não há como fugir: a primeira variável a se estudar é o preço - elevado recentemente em cerca de 10% a 20% pela maioria das companhias, em virtude, entre outros fatores, do aumento das perdas decorrente das chuvas e da alta sinistralidade no início do ano.
Por exemplo, um homem solteiro, residente em São Paulo pagou em 2009 cerca de R$ 2.100,00 no seguro de um hatch médio (valor entre R$ 30 mil e R$ 25 mil). Em 2010, o preço cobrado pelo seguro chega a mais de R$ 2.500,00. Ou seja, alta de aproximadamente 16%.
Diante dos valores mais altos, a relação custo-benefício se torna mais relevante do que nunca. De acordo com o especialista Carlos Barros de Moura, da BarrosDeMoura & Associados, "o consumidor não pode dispensar a ajuda especializada de um corretor de seguros e solicitar pelo menos três cotações diferentes, antes de tomar sua decisão".
Serviços agregados
É o corretor de seguros que vai explicar em detalhes as coberturas e enumerar os serviços agregados oferecidos aos consumidores - chaveiro, encanador, convênios com estacionamentos e help desk para manutenção de computadores são alguns dos muitos exemplos.
"O mais importante é que não existe uma fórmula mágica. Ao consumidor cabe a pergunta: que coberturas são mais adequadas ao meu perfil e qual é a probabilidade de precisar dos chamados serviços agregados?", indaga Barros de Moura.
Se as chances de recorrer a eles são grandes, é bom ter noção de que as maiores e melhores seguradoras não os oferecem gratuitamente.
Outro conselho valiosíssimo é falar a verdade em todas as perguntas do perfil. E, no decorrer da vigência da apólice, a mudança em qualquer item deve ser comunicada imediatamente à seguradora - até se o consumidor mudou de rua no mesmo bairro.
Nesse caso, se o novo endereço estiver avaliado com risco menor, o que significa um preço mais baixo do seguro, a companhia devolve a diferença, conforme normativa na Susep. Mas como o que vale mesmo é a relação custo-benefício, algumas simulações podem ajudar na decisão.
Simulações
Para o caso do proprietário de um Palio 1.0 Fire Flex 2008, solteiro, 27 anos, casado, principal condutor do veículo, morador da Zona Leste de São Paulo, que utiliza o carro quando vai à escola e ao trabalho, ambos com garagem, o preço numa seguradora de grande porte ligada a banco para cobertura total (roubo, colisão, incêndio e alagamento) é de aproximadamente R$ 2.750,00.
Cotando com outra grande seguradora, que também oferece excelentes serviços agregados, mas trabalha de forma independente - ou seja, não ligada a banco - o valor sobe em mais de R$ 2 mil, com um detalhe: a assistência 24 horas atende apenas dentro de um limite máximo de quilometragem, equivalente a um raio de 100 km do endereço do segurado.
Já com outra companhia, agora média e também independente, o preço sobe em cerca de R$ 1,2 mil, em relação à primeira simulação. O detalhe é que não há limite de quilometragem para assistência 24 horas, embora os serviços agregados sejam bem mais limitados.
Estilo de vida
"Com tanta diferença de preços, a decisão só fica bem embasada se o consumidor estiver muito consciente de seu estilo de vida e da necessidade, ou não, dos benefícios oferecidos pelo seguro", acrescenta Barros de Moura.
Em outras palavras, é o consumidor que deve avaliar se, por exemplo, os serviços agregados e o limite de quilometragem são importantes para deixá-lo mais protegido e tranqüilo.
Assim, a opção do seguro mais adequado passa pela análise detalhada do modo de vida de cada um e pela relação custo-benefício, considerando que, só nas simulações feitas, os preços variaram em mais de R$ 2mil.
"Há seguradoras médias e independentes. com serviços mais limitados, em que o preço do seguro pode cair pela metade. Por isso é preciso pesquisar e contar com apoio especializado. O consumidor deve optar pelo que é melhor para ele, não exatamente pelo que é considerado o melhor dos melhores", enfatiza Barros de Moura.
>>> Veja essa opção para o seguro de veículos: AutoFácil Cardif Ituran, seguro de roubo e furto conjugado com rastreador Ituran. Com custo total mensal a partir de R$ 69,90. Saiba mais em: www.autofacilituran.com.br

9 de junho de 2010

Internet é canal mais procurado para compra de seguros

Fonte: Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing - Data: 09/06/2010

A internet é um dos principais canais procurados pelos consumidores na hora de contratar seguros. Pelo menos é o que indica uma pesquisa realizada pela Accenture com mais de 3,5 mil entrevistados em cinco países. A web ganhou inclusive a preferência sobre os bancos e os corretores. No Brasil, entretanto, este canal ainda é pouco utilizado. Por aqui, as instituições bancárias e os corretores ainda são os preferidos.
No Reino Unido, comprar ou renovar seguros por meio dos bancos é um hábito de apenas 14%, enquanto no Brasil o número sobe para 54%. A mesma operação on-line por aqui é realizada por 19%, ante 70% no Reino Unido. O levantamento também apontou que 35% dos consumidores estão dispostos a pagar mais para obter assistência e aconselhamento personalizado na compra de apólices de seguros.
Na hora de comprar seguros de propriedade e contra acidentes, 40% dos entrevistados disseram preferir os canais on-line e os corretores. Já os bancos são escolhidos por 32% dos que adquirem seguros de vida. Na internet, 12% afirmaram ter comprado um produto de seguro de vida, enquanto 21% dizem planejar a compra on-line nos próximos 12 meses.
Clientes da França, da Itália e da Espanha são os mais leais com os corretores de seguros. O levantamento mostra que 64% dos franceses, 61% dos italianos e 58% dos espanhóis pretendem continuar com o atual. Os ingleses e os alemães são os menos leais. Dos pesquisados, 71% disseram estar indecisos sobre a compra de sua apólice com o fornecedor atual.
>>> Seguros via Web vc encontra na Luma Seguros, acesse: www.lumaseguros.com.br

8 de junho de 2010

Preciso renovar meu seguro DPEM, quanto tempo leva para receber o certificado em minha casa?

Alguns minutos. No site da Luma Seguros vc solicita seu DPEM on-line e recebe o certificado e o boleto em alguns minutos por e-mail em aquivo PDF (horário comercial). Basta imprimir, pagar o boleto e pronto, seu DPEM está feito!



7 de junho de 2010

Seguro de Iphone e Smartphone na Luma Seguros.

Se vc adquiriu um Iphone ou outro smartphone, vc pode contratar o seguro de roubo ou furto diretamente no site da Luma Seguros. Saiba mais em: www.lumaseguros.com.br/?tipo=smart

Seguro-viagem Europa: planos a partir de US$ 36 para 5 dias

A compra pode ser feita pela internet no dia do embarque, o voucher é enviado por e-mail em arquivo PDF, aceitam-se todos os cartões de crédito em até 6x sem juros ou boleto bancário a vista, e há planos a partir de US$ 36. Com tanta facilidade, não há o que justifique sair do país sem um seguro-viagem.

Os planos cobrem despesas com acidentes e enfermidades e podem dar direito ainda a tratamento odontológico, auxílio jurídico ou compensação em caso de extravio de bagagem. Seja qual for o formato, o sistema funciona do mesmo modo: uma central telefônica, com atendimento em português, está disponível 24 horas caso qualquer imprevisto ocorra durante a viagem.

Veja também seguro viagem para outras localidades.

Acesse: http://www.lumaseguros.com.br/?tipo=viagem